Obs: Quero que fique registrado que por este texto não julgo a Igreja ou o Cristianismo de hoje, e sim o do passado. E ingênuo é aquele que pensa que a história da Igreja Católica é pura e bondosa. Ela, na verdade, pinga sangue de inocentes. E isso não sou eu que digo, mas a história.
"Caçavam as bruxas por que elas estavam associadas com o demônio?"
A verdade é... não. Esse não era o motivo.
Antes do Cristianismo, o paganismo era dominante entre a população. Então, quando o Cristianismo surgiu, e com ele os primeiros padres, eles queriam aumentar o número de adeptos. E pra quê? Ora, mais adeptos é igual a mais dinheiro (do dízimo) e maior controle sobre a população. Se não queriam determinado comportamento da população diziam que se o fizessem iriam para o inferno, se queriam determinado comportamento diziam que se não o fizessem não poderiam ir para o paraíso quando morressem. Através do medo da danação eterna, controlavam seus atos, inclusive o de dar dinheiro à Igreja.
Mas para tal, precisavam que as pessoas se convertessem ao Cristianismo e, para isso, elas precisavam desacreditar do paganismo ou temê-lo. Portanto, pegaram os símbolos pagãos, como a imagem do nosso deus (que tem chifres e cascos por representar a conexão com os animais, com o selvagem) e disseram que ele era o Diabo e que todos que o cultuassem iriam para o inferno ao morrer onde sofreriam todo o tipo de tortura por toda a eternidade.
As pessoas que engoliram esse papo, se converteram. Teve aquelas que resistiram. Essas foram ameaçadas. Algumas, então, resolveram se converter com medo de retaliação. Outras ainda assim não se converteram... essas foram caçadas e mortas.
Alguns documentários dizem que essas pessoas foram torturadas para revelarem suas práticas "demoníacas" e que depois de horas de torturas elas admitiram essas práticas, dando ainda mais veracidade ao que a Igreja estavam dizendo.
Agora pense... você é inocente e a tortura só acabará quando admitir algo de que não tem culpa. E então será morto. Depois de horas de tortura alegando inocência, você já não liga mais. Você só quer que a dor acabe. Então você admite a culpa, mesmo não sendo verdade. E caminha para a doce morte que será o alívio dessa dor.
Ou seja, pessoas, a Igreja sabia que os pagãos não cultuavam o demônio até porque este foi invenção da Igreja. O problema é que eles buscavam o poder. Aqueles que não concordavam com eles, eram mortos para não dar ideias para outros e acabar criando uma rebelião. Eles precisavam dos adeptos para ter poder. Lhes parece familiar?
Desculpa se com isso ofendi alguém. A verdade dói. Mas é isso aí.
Por Selene Ravynne.
Um blog wiccano para bruxos e não-bruxos (especialmente para os jovens)! Entre, informe-se, mas respeite os seguidores da Arte mais antiga do mundo! )o(
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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
Como faço para entrar para a Wicca?
Muitas pessoas me mandam mensagens me perguntando isso, então farei logo este post para ajudá-los.
Primeira coisa que vocês tem que saber é que Paganismo, Bruxaria e Wicca são coisas separadas.
Paganismo é uma filosofia. "Pagão" significa "do campo". Nesta filosofia, há o amor pela natureza e o entendimento de que os humanos são só mais uma espécie de ser vivo. Não somos mais importantes que um animal ou uma planta. Pessoas pagãs se conectam com a natureza em um nível completamente diferente das pessoas "não-pagãs" (Não dá para ser cristão e pagão, são duas filosofias diferentes).
Bruxaria é uma prática que envolve a crença de que magia é energia e que ela pode ser direcionada com o uso de ervas, cristais, incensos, velas, cores, simbologia, etc, para atingir um propósito.
A Wicca é uma religião de filosofia pagã que pratica a bruxaria. Tem duas leis apenas, a Wiccan Rede ("Faça o que quiser sem a ninguém prejudicar") e a Lei Tríplice ("Tudo o que fizer lhe retornarás triplicado". Não se pode ser Cristão e Wicca. Já vi gente dizendo que é Wicca e acredita em Jesus, que ele é filho de Deus, e morreu por todos nós, etc. Alguns wiccas não acreditam que Jesus tenha existido, alguns acreditam que ele possa ter existido sim, mas que era só mais um homem com filosofias e vontade de fazer o bem, mas que não fazia milagres e não era filho de Deus. A Wicca crê em polaridades, por isso, acredita em dois deuses, o Deus e a Deusa. Eles são personificações da natureza (personificar é dar forma humana a algum aspecto, nesse caso, a natureza). Ou seja, temos imagens de corpo físico deles, mas não cremos que elas existam de fato. Os Deuses são energia, são a natureza em seus variados aspectos. O Deus Cornudo tem chifres sim, por isso o nome, e a Igreja pegou sua imagem e o chamou de Diabo. Mas o chifre é porque ele faz a conexão com os animais e muitos animais tem chifres, tal como o cervo, o carneiro, o bode, o alce, etc. De outra forma, os deuses também são Deus Sol e Deusa Lua. O símbolo da Wicca é o pentagrama, que corresponde aos 5 elementos (fogo, ar, terra, água e espírito) e é um símbolo de proteção. Muitas pessoas chamam os Wiccas de satanistas... o que é muito errado, pois satanistas cultuam o Diabo e, para começo de conversa, na Wicca não acreditamos em Diabo.
Comemoramos os sabbaths (início e auge das estações, portanto, 8 sabbaths), e eles contam a história dos Deuses, suas diferentes fases de vida, que tem a ver com as próprias estações. Também comemoramos os esbbaths, que são as mudanças de fase da lua.
Ok, até aqui resumi. Agora a questão "como faço para entrar para a Wicca?".
Dentro da Wicca temos diversas tradições, cada qual com suas regras e formas de iniciação. Recomendo estudar sobre a Wicca, ver se você partilha das crenças dessa religião, e aí pesquisar sobre as tradições e ver com qual você mais se identifica. Tem tradição gardneriana, alexandrina, cernadiana, fairy wicca, diânica, saxônica, celta, eclética, e muitas outras.
Algumas só aceitam a iniciação feita por sumos sacerdotes, outras aceitam a auto-iniciação. Por isso é preciso estudar sobre as tradições e escolher uma, para se iniciar da maneira correta de acordo com a tradição escolhida. Você também poderá fazer parte de um coven ou ser um bruxo solitário.
Por: Selene Ravynne.
Primeira coisa que vocês tem que saber é que Paganismo, Bruxaria e Wicca são coisas separadas.
Paganismo é uma filosofia. "Pagão" significa "do campo". Nesta filosofia, há o amor pela natureza e o entendimento de que os humanos são só mais uma espécie de ser vivo. Não somos mais importantes que um animal ou uma planta. Pessoas pagãs se conectam com a natureza em um nível completamente diferente das pessoas "não-pagãs" (Não dá para ser cristão e pagão, são duas filosofias diferentes).
Bruxaria é uma prática que envolve a crença de que magia é energia e que ela pode ser direcionada com o uso de ervas, cristais, incensos, velas, cores, simbologia, etc, para atingir um propósito.
A Wicca é uma religião de filosofia pagã que pratica a bruxaria. Tem duas leis apenas, a Wiccan Rede ("Faça o que quiser sem a ninguém prejudicar") e a Lei Tríplice ("Tudo o que fizer lhe retornarás triplicado". Não se pode ser Cristão e Wicca. Já vi gente dizendo que é Wicca e acredita em Jesus, que ele é filho de Deus, e morreu por todos nós, etc. Alguns wiccas não acreditam que Jesus tenha existido, alguns acreditam que ele possa ter existido sim, mas que era só mais um homem com filosofias e vontade de fazer o bem, mas que não fazia milagres e não era filho de Deus. A Wicca crê em polaridades, por isso, acredita em dois deuses, o Deus e a Deusa. Eles são personificações da natureza (personificar é dar forma humana a algum aspecto, nesse caso, a natureza). Ou seja, temos imagens de corpo físico deles, mas não cremos que elas existam de fato. Os Deuses são energia, são a natureza em seus variados aspectos. O Deus Cornudo tem chifres sim, por isso o nome, e a Igreja pegou sua imagem e o chamou de Diabo. Mas o chifre é porque ele faz a conexão com os animais e muitos animais tem chifres, tal como o cervo, o carneiro, o bode, o alce, etc. De outra forma, os deuses também são Deus Sol e Deusa Lua. O símbolo da Wicca é o pentagrama, que corresponde aos 5 elementos (fogo, ar, terra, água e espírito) e é um símbolo de proteção. Muitas pessoas chamam os Wiccas de satanistas... o que é muito errado, pois satanistas cultuam o Diabo e, para começo de conversa, na Wicca não acreditamos em Diabo.
Comemoramos os sabbaths (início e auge das estações, portanto, 8 sabbaths), e eles contam a história dos Deuses, suas diferentes fases de vida, que tem a ver com as próprias estações. Também comemoramos os esbbaths, que são as mudanças de fase da lua.
Ok, até aqui resumi. Agora a questão "como faço para entrar para a Wicca?".
Dentro da Wicca temos diversas tradições, cada qual com suas regras e formas de iniciação. Recomendo estudar sobre a Wicca, ver se você partilha das crenças dessa religião, e aí pesquisar sobre as tradições e ver com qual você mais se identifica. Tem tradição gardneriana, alexandrina, cernadiana, fairy wicca, diânica, saxônica, celta, eclética, e muitas outras.
Algumas só aceitam a iniciação feita por sumos sacerdotes, outras aceitam a auto-iniciação. Por isso é preciso estudar sobre as tradições e escolher uma, para se iniciar da maneira correta de acordo com a tradição escolhida. Você também poderá fazer parte de um coven ou ser um bruxo solitário.
Por: Selene Ravynne.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Tipos de água
Existem 3 tipos de água usadas como base das poções. Aqui elas estão em ordem de preferência, de maior energia.
1- Água corrente
2- Água da chuva
3- Água filtrada
A água corrente (de rios, cachoeiras e nascentes) é mais limpa, pura e contém uma grande energia. É a mais ideal, só que também é a mais difícil de conseguir. Os locais de água corrente não poluída ficam, obviamente, afastados da população. Quando for em um local que a tenha, leve o que puder para armazenar uma boa quantidade.
Não conseguindo a corrente, tem a da chuva. Nessa época do ano a chuva é abundante. Basta colocar um pote no chão quando estiver chovendo para coletar. Não pode ser a água que escorre da calha, nem de poça. Tem que ser direto das nuvens. Quando o outono e o inverno estiverem se aproximando, trate de armazenar a água e racionar seu uso, pois pode ficar em falta de água da chuva nos meses frios. Lembre-se de não beber esta água. O céu tem poluição e a chuva a carrega. Eu já bebi, há uns anos atrás, um pequeno gole, me arriscando apenas para ter uma noção da quantidade de poluição. O gosto é horrível. É ácido. Mas uma coisa boa da água da chuva é que permanece sempre fria.
A água filtrada é para o caso de você não ter nem a água corrente nem a de chuva. Quem não tem cão, caça com gato. Ainda é água, embora com mãos humanas por trás.
A água salgada do mar não é usada para poções. Mas pode ser usada para banhos de banimento e purificação.
1- Água corrente
2- Água da chuva
3- Água filtrada
A água corrente (de rios, cachoeiras e nascentes) é mais limpa, pura e contém uma grande energia. É a mais ideal, só que também é a mais difícil de conseguir. Os locais de água corrente não poluída ficam, obviamente, afastados da população. Quando for em um local que a tenha, leve o que puder para armazenar uma boa quantidade.
Não conseguindo a corrente, tem a da chuva. Nessa época do ano a chuva é abundante. Basta colocar um pote no chão quando estiver chovendo para coletar. Não pode ser a água que escorre da calha, nem de poça. Tem que ser direto das nuvens. Quando o outono e o inverno estiverem se aproximando, trate de armazenar a água e racionar seu uso, pois pode ficar em falta de água da chuva nos meses frios. Lembre-se de não beber esta água. O céu tem poluição e a chuva a carrega. Eu já bebi, há uns anos atrás, um pequeno gole, me arriscando apenas para ter uma noção da quantidade de poluição. O gosto é horrível. É ácido. Mas uma coisa boa da água da chuva é que permanece sempre fria.
A água filtrada é para o caso de você não ter nem a água corrente nem a de chuva. Quem não tem cão, caça com gato. Ainda é água, embora com mãos humanas por trás.
A água salgada do mar não é usada para poções. Mas pode ser usada para banhos de banimento e purificação.
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Horas Mágicas
Segunda-Feira – Lua
Horas Do Dia / Horas Da Noite
7h – lua 19h - vênus
8h – saturno 20h - mercúrio
9h – júpiter 21h - lua
10h – marte 22h - saturno
11h – sol 23h - júpiter
12h – vênus 24h - marte
13h – mercúrio 01h - sol
14h – lua 02h - vênus
15h – saturno 03h - mercúrio
16h – júpiter 04h - lua
17h – marte 05h - saturno
18h – sol 06h – júpiter
Terça-Feira – Marte
Horas Do Dia / Horas Da Noite
7h – marte 19h - saturno
8h – sol 20h - júpiter
9h – vênus 21h - marte
10h – mercúrio 22h - sol
11h – lua 23h - vênus
12h – saturno 24h - mercúrio
13h – júpiter 01h - lua
14h – marte 02h - saturno
15h – sol 03h - júpiter
16h – vênus 04h - marte
17h – mercúrio 05h - sol
18h – lua 06h - vênus
Quarta-Feira - Mercúrio
Horas Do Dia / Horas Da Noite
7h – mercúrio 19h - sol
8h – lua 20h - vênus
9h – saturno 21h - mercúrio
10h – júpiter 22h - lua
11h – marte 23h - saturno
12h – sol 24h - júpiter
13h – vênus 01h - marte
14h – mercúrio 02h - sol
15h – lua 03h - vênus
16h – saturno 04h - mercúrio
17h – júpiter 05h - lua
18h – marte 06h saturno
Quinta-Feira – Júpiter
Horas Do Dia / Horas Da Noite
7h – júpiter 19h - lua
8h – marte 20h - saturno
9h – sol 21h - júpiter
10h – vênus 22h - marte
11h – mercúro 23h - sol
12h – lua 24h - vênus
13h – satruno 01h - mercúrio
14h – júpiter 02h - lua
15h – marte 03h - saturno
16h – sol 04h - júpiter
17h – vênus 05h - marte
18h – mercúrio 06h – sol
Sexta - Feira – Vênus
Horas Do Dia / Horas Da Noite
7h – vênus 19h - marte
8h – mercúrio 20h - sol
9h – lua 21h - vênus
10h – saturno 22h - mercúrio
11h – júpiter 23h - lua
12h – marte 24h - saturno
13h – sol 01h - júpiter
14h – vênus 02h - marte
15h – mercúrio 03h - sol
16h – lua 04h - vênus
17h – saturno 05h - mercúrio
18h – júpiter 06h - lua
Sábado - Saturno
Horas Do Dia / Horas Da Noite
7h – saturno 19h - mercúrio
8h – júpiter 20h – lua
9h – marte 21h - saturno
10h – sol 22h - júpiter
11h – vênus 23h - marte
12h – mercúrio 24h - sol
13h – lua 01h - vênus
14h – saturno 02h - mercúrio
15h – júpiter 03h - lua
16h – marte 04h - saturno
17h – sol 05h - júpiter
18h – vênus 06h – marte
Domingo – Sol
Horas Do Dia / Horas Da Noite
7h – sol 19h - júpiter
8h – vênus 20h - marte
9h – mercúrio 21h - sol
10h – lua 22h - vênus
11h – saturno 23h - mercúrio
12h – júpiter 24h - lua
13h – marte 01h - saturno
14h – sol 02h - júpiter
15h – vênus 03h - marte
16h – mercúrio 04h - sol
17h – lua 05h - vênus
18h – saturno 06h – mercúrio
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Como entrar em Alfa
Me perguntaram no chat "Como entrar em alfa?". Bem, este vídeo é maravilhoso para explicar sobre o estado alfa e para mostrar técnicas de como alcançá-lo. É muito mais simples do que pensam e é bem legal. Recomendo que assistam este vídeo!
Tradições da Wicca
Por necessidade, as definições expostas são gerais, porém cada Bruxo, mesmo que faça parte de uma Tradição específica, pode definir seu caminho de modo diferente.
Tradição 1734: Tipicamente britânica é, às vezes, uma Tradição eclética baseada nas idéias do poeta Robert Cochrane, um auto-intitulado Bruxo hereditário que se suicidou ao ingerir um grande quantidade de beladona. 1734 é usado como um criptograma (caracteres secretos) para o nome da Deusa honrada nessa tradição.
Tradição Alexandrina: Uma Tradição popular, fundada por Alex Sanders que floresceu ao redor da Inglaterra em 1960.
A Tradição Alexandrina é muito semelhante à Gardneriana, com algumas mudanças menores e emendas. Essa Tradição trabalha à maneira de Alex e Maxine Sanderes, que diziam ter sido iniciados por sua avó em 1933. a maioria dos rituais é muito formal e embasada na Magia cerimonial. É também uma tradição polarizada, na qual a Sacerdotisa representa o princípio feminino e o Sacerdote, o princípio masculino. Os rituais sazonais, na maior parte, são baseados na divisão do ano entre o Rei do Azevinho e o Rei do Carvalho e diversos dramas rituais tratam do tema do Deusa da Morte/Ressurreição. Como na Tradição Gardneriana a Sacerdotisa é elevada à autoridade máxima. Entretanto, os precursores de ambas as Tradições forma homens.
Embora similar à Gardneriana, a Tradição Alexandrina tende a ser mais eclética e liberal. Algumas das regras estritas Gardnerianas, tais como a exigência do nudismo ritual, são opcionais.
Alex Sanders intitulou-se a certa altura “Rei das Bruxas”, considerando que o grande número de pessoas que tinha iniciado na sua Tradição lhe dava esse direito, nem os seus próprios discípulos o levaram muito a sério, e para a comunidade Pagã, no geral, esse título foi apenas motivo de troça, quando não, de repúdio.
Janet e Stewart Farrar são os mais famosos Bruxos que divulgaram largamente a Tradição Alexandrina em suas publicações.
Tradicional Britânica: Uma Tradição com uma forte estrutura hierárquica e graus. Os rituais estão centrados na Tradição Céltica e Gardneriana.
Wicca Céltica: Uma Tradição muito telúrica, com enfoques na Natureza, nos elementos e elementais, algumas vezes nas fadas, plantas, etc. muitas Bruxas Verdes (Green Witches) e adeptos do Druidismo seguem esse caminho, centrado no panteão céltico antigo e em seus Deuses e Deusas.
Tradição Caledoniana ou Caledonni: Uma Tradição que tenta preservar os antigos festivais dos escoceses, às vezes é chamada de Tradição Hecatina.
Tradição Picta: É uma das manifestações da Bruxaria tipicamente escocesa. Na maioria das vezes é uma forma solitária da Arte. Seu enfoque prático é basicamente mágico e possui poucos elementos religiosos e filosóficos.
Bruxaria Cerimonial: Usa a magia cerimonial para atingir uma conexão mais forte com as divindades e perceber seus propósitos mais elevados e suas habilidades. Seus rituais são freqüentemente derivações da Magia Cabalística e da Magia Egípcia. Embora certamente, mas não de forma intencional, esse caminho seja infestado freqüentemente por egoístas e pessoas inseguras que usam a Magia Cerimonial para duas finalidades: adquirir tudo aquilo que querem e atingir níveis mais altos para poderem olhar de cima.
Esses atributos não são uma regra em todos os Bruxos Cerimoniais e há muitos Bruxos sinceros nesse caminho.
Tradição Diânica: Algumas Bruxas Diânicas só enfocam seus cultos na Deusa, são muito politicamente ativas e feministas. Outras Bruxas Diânicas simplesmente enfocam seu culto na Deusa como uma forma de compensar os muitos anos de domínio Patriarcal na Terra. Algumas Bruxas Diânicas usam esse título para denotar que são “as Filhas de Diana”, a Deusa protetora delas. Há bruxas diânicas que são tudo isso, algumas que não são nada disso, e outras que são um misto disso.
A Arte Diânica possui duas filiais distintas:
1. uma filial fundada no Texas por Morgan McFarland, que dá supremacia à Deusa em sua thealogia, mas honra o Deus Cornífero como seu Consorte. Amado e abençoado. Os membros às vezes “Old Dianic” (Velha Diânica), e há alguns Covens descendentes dessa Tradição, especialmente no Texas. Outros Covens, similares na thealogia mas que não descendem diretamente da linha de McFarland, estão espalhados pelos Estados Unidos.
2. a outra filial, chamada às vezes de Feitiçaria Diânica Feminista, focaliza exclusivamente a Deusa e somente mulheres participam de seus Covens e grupos. Geralmente seus rituais são livres e não são hierárquicos, usando a criatividade e o consenso para a realização de seus rituais. São politicamente um grupo feminista.
Tradição Georgina: Essa Tradição foi criada por George Patterson, que se auto-intitulou um “Sumo Sacerdote Georgino”. Quando começou o seu próprio Coven, chamou-o de Georgino, já que seu prenome era George.
Se há uma palavra que melhor pode descrever a Tradição de George, esta é Eclética. A Tradição Georgina é um composto de rituais Celtas, Alexandrinos, Gardnerianos e tradicionais. Mesmo que a maior parte do material fornecido aos estudantes seja Alexandrino, nunca houve um imperativo para seguir cegamente seu conteúdo. Os boletins de notícias publicados pelo fundador da Tradição estavam sempre cheios de contribuições dos povos de muitas outras Tradições. Parece que a intenção do Sr. Patterson em fornecer uma visão abrangente aos seus discípulos.
Ecletismo: Um Bruxo eclético é aquele que funde idéias de muitas Tradições ou fontes. Assim como no Caldeirão de uma Bruxa são somados elementos para completar a poção que é preparada, assim também são somadas várias informações de várias Tradições para criar um modo mágico de trabalhar. Essa “Tradição”, que na realidade não é uma Tradição, é flexível, mas, às vezes, carece de fundamento. Geralmente, são criados rituais e Covens de estrutura livre.
Tradição das Fadas ou Fairy Wicca: Há várias facções da Tradição das Fadas. Segundo os membros dessa Tradição, seus ritos e conhecimentos tiveram origem entre os antigos povos da Europa da Idade do Bronze, que ao migrarem para as colinas e altas montanhas devido às guerras e invasões, ficaram conhecidos como Sides, Pictos, Duendes ou Fadas.
Alguns dos nomes mais famosos dessa Tradição são Victor e Cora Anderson, Tom Delong (Gwydion Penderwyn), Starhawk, etc.
Tradição Gardneriana: Fundada por Geral Gardner na década de 1950 na Inglaterra. Essa tradição contribuiu muito para a Arte ser o que é hoje. A estrutura de muitos rituais e trabalhos mágicos em numerosas Tradições é originária do Trabalho de Gardner. Algumas das reivindicações históricas feitas pelo próprio Gardner e por algumas Bruxas Gardnerianas ainda têm de ser verificadas (e em alguns casos são fortemente contestadas); porém, essa Tradição apoiou muitas Bruxas modernas.
Gerald B. Gardner é considerado “o avô” de toda a Neo-Wicca. Foi iniciado em um Coven de Newforest, na Inglaterra, em 1939. em 1951, a última das leis inglesas contra a Bruxaria foi banida (primeiramente devido à pressão de Espiritualistas) e Gardner publicou o famoso livro Witchcraft Today, trazendo uma versão dos rituais e as Tradições do Coven pelo qual foi Iniciandos.
A Bíblia Completa das Bruxas (The Witches Bible), escrita por Janet e Stewart Farrar, como também muitos livros escritos por Doreen Valiente, têm base nessa Tradição e na Tradição Alexandrina em muitos aspectos.
Tradição Hecatina: Uma Tradição de Bruxos que buscam inspiração em Hécate e tentam reconstruir modernizar os rituais antigos da adoração a essa Deusa. Algumas vezes é chamada de Tradição Caledoniana ou Caledonii.
Bruxo Hereditário ou Tradição Familiar: Um bruxo que normalmente foi treinado por um ente familiar e/ou pode localizar sua história familiar em outro bruxo ou bruxos.
Os bruxos hereditários ou, como gosto de chamar, genéticos são pessoas que têm, ou supõem ter, uma ascendência Pagã (mãe, tia, avó são os alvos mais visados).
A maioria dos Hereditários não aceita a infiltração de pessoas não-pertencentes à sua dinastia, porém algumas Tradições Familiares “adotam” alguns membros, escolhidos “a dedo”, em seu segmento.
Bruxa de cozinha: Uma Bruxa prática, que é freqüentemente eclética, enfoca e centra sua magia e espiritualidade ao redor “do forno e do lar”.
Seax Wicca ou Wicca Saxônica: Fundada em 1973 pelo autor prolífico Raymond Buckland, que era, naquele momento, um Bruxo Gardneriano. Uma das primeiras tradições precursoras dos Bruxos Solitários e auto-iniciados. Esses dois aspectos fizeram dela um caminho popular.
Bruxo Solitário: Uma pessoa que pratica a Arte só (mas pode se juntar às festividades de Sabbat em um Coven ou com outros Bruxos Solitários ocasionalmente). Um bruxo solitário pode seguir quaisquer das Tradições, ou nenhuma delas. A maioria de bruxos ecléticos é Solitária.
Tradição Strega: Começou ao redor da Itália em 1353. a história controversa sobre essa Tradição pode ser encontrada em muitos locais e livros. Aradia... Gospell of the Witches (Aradia... A Doutrina das Bruxas) é uma obra desse tipo.
Tradição Teutônica ou Nórdica: Teutônicos são um grupo de pessoas que falam norueguês, fosso, islandês, sueco ou inglês e outros dialetos europeus que são considerados “idiomas germânico”. Um bruxo Teutônicos acha freqüentemente inspiração nos mitos tradicionais e lendas, Deuses e Deusas das áreas onde esses dialetos se originaram.
Tradição Algard: Uma americana iniciada nas Tradições Gardneriana e Alexandrina, chamada Mary Nesnick, fundou essa “nova” Tradição, que reúne ensinamentos de ambas as Tradições sob uma única insígnia.
Bruxaria Tradicional: Todo bruxo tradicional dará uma definição diferente para esse termo. Um bruxo tradicional é aquele que freqüentemente prefere o título de Bruxo ou Wiccano e define os dois como cominhos muito diferentes. Um bruxo tradicional fundamenta seu trabalho mágico em métodos históricos da Tradição, religiosidade e geografia de seu país.
Tradição Galesa de Gwyddonaid: Tradição Galesa Céltica da Wicca que adora o panteão galês de Deuses e Deusas. Gwyddonaid foi quem grosseiramente traduziu a ignóbil obra galesa. Árvore da Bruxa (Tree Witches) e propagou essa forma de trabalhar magicamente.
(Retirado do livro Wicca, A Tradição da Deusa de Claudiney Prieto)
Tradição 1734: Tipicamente britânica é, às vezes, uma Tradição eclética baseada nas idéias do poeta Robert Cochrane, um auto-intitulado Bruxo hereditário que se suicidou ao ingerir um grande quantidade de beladona. 1734 é usado como um criptograma (caracteres secretos) para o nome da Deusa honrada nessa tradição.
Tradição Alexandrina: Uma Tradição popular, fundada por Alex Sanders que floresceu ao redor da Inglaterra em 1960.
A Tradição Alexandrina é muito semelhante à Gardneriana, com algumas mudanças menores e emendas. Essa Tradição trabalha à maneira de Alex e Maxine Sanderes, que diziam ter sido iniciados por sua avó em 1933. a maioria dos rituais é muito formal e embasada na Magia cerimonial. É também uma tradição polarizada, na qual a Sacerdotisa representa o princípio feminino e o Sacerdote, o princípio masculino. Os rituais sazonais, na maior parte, são baseados na divisão do ano entre o Rei do Azevinho e o Rei do Carvalho e diversos dramas rituais tratam do tema do Deusa da Morte/Ressurreição. Como na Tradição Gardneriana a Sacerdotisa é elevada à autoridade máxima. Entretanto, os precursores de ambas as Tradições forma homens.
Embora similar à Gardneriana, a Tradição Alexandrina tende a ser mais eclética e liberal. Algumas das regras estritas Gardnerianas, tais como a exigência do nudismo ritual, são opcionais.
Alex Sanders intitulou-se a certa altura “Rei das Bruxas”, considerando que o grande número de pessoas que tinha iniciado na sua Tradição lhe dava esse direito, nem os seus próprios discípulos o levaram muito a sério, e para a comunidade Pagã, no geral, esse título foi apenas motivo de troça, quando não, de repúdio.
Janet e Stewart Farrar são os mais famosos Bruxos que divulgaram largamente a Tradição Alexandrina em suas publicações.
Tradicional Britânica: Uma Tradição com uma forte estrutura hierárquica e graus. Os rituais estão centrados na Tradição Céltica e Gardneriana.
Wicca Céltica: Uma Tradição muito telúrica, com enfoques na Natureza, nos elementos e elementais, algumas vezes nas fadas, plantas, etc. muitas Bruxas Verdes (Green Witches) e adeptos do Druidismo seguem esse caminho, centrado no panteão céltico antigo e em seus Deuses e Deusas.
Tradição Caledoniana ou Caledonni: Uma Tradição que tenta preservar os antigos festivais dos escoceses, às vezes é chamada de Tradição Hecatina.
Tradição Picta: É uma das manifestações da Bruxaria tipicamente escocesa. Na maioria das vezes é uma forma solitária da Arte. Seu enfoque prático é basicamente mágico e possui poucos elementos religiosos e filosóficos.
Bruxaria Cerimonial: Usa a magia cerimonial para atingir uma conexão mais forte com as divindades e perceber seus propósitos mais elevados e suas habilidades. Seus rituais são freqüentemente derivações da Magia Cabalística e da Magia Egípcia. Embora certamente, mas não de forma intencional, esse caminho seja infestado freqüentemente por egoístas e pessoas inseguras que usam a Magia Cerimonial para duas finalidades: adquirir tudo aquilo que querem e atingir níveis mais altos para poderem olhar de cima.
Esses atributos não são uma regra em todos os Bruxos Cerimoniais e há muitos Bruxos sinceros nesse caminho.
Tradição Diânica: Algumas Bruxas Diânicas só enfocam seus cultos na Deusa, são muito politicamente ativas e feministas. Outras Bruxas Diânicas simplesmente enfocam seu culto na Deusa como uma forma de compensar os muitos anos de domínio Patriarcal na Terra. Algumas Bruxas Diânicas usam esse título para denotar que são “as Filhas de Diana”, a Deusa protetora delas. Há bruxas diânicas que são tudo isso, algumas que não são nada disso, e outras que são um misto disso.
A Arte Diânica possui duas filiais distintas:
1. uma filial fundada no Texas por Morgan McFarland, que dá supremacia à Deusa em sua thealogia, mas honra o Deus Cornífero como seu Consorte. Amado e abençoado. Os membros às vezes “Old Dianic” (Velha Diânica), e há alguns Covens descendentes dessa Tradição, especialmente no Texas. Outros Covens, similares na thealogia mas que não descendem diretamente da linha de McFarland, estão espalhados pelos Estados Unidos.
2. a outra filial, chamada às vezes de Feitiçaria Diânica Feminista, focaliza exclusivamente a Deusa e somente mulheres participam de seus Covens e grupos. Geralmente seus rituais são livres e não são hierárquicos, usando a criatividade e o consenso para a realização de seus rituais. São politicamente um grupo feminista.
Tradição Georgina: Essa Tradição foi criada por George Patterson, que se auto-intitulou um “Sumo Sacerdote Georgino”. Quando começou o seu próprio Coven, chamou-o de Georgino, já que seu prenome era George.
Se há uma palavra que melhor pode descrever a Tradição de George, esta é Eclética. A Tradição Georgina é um composto de rituais Celtas, Alexandrinos, Gardnerianos e tradicionais. Mesmo que a maior parte do material fornecido aos estudantes seja Alexandrino, nunca houve um imperativo para seguir cegamente seu conteúdo. Os boletins de notícias publicados pelo fundador da Tradição estavam sempre cheios de contribuições dos povos de muitas outras Tradições. Parece que a intenção do Sr. Patterson em fornecer uma visão abrangente aos seus discípulos.
Ecletismo: Um Bruxo eclético é aquele que funde idéias de muitas Tradições ou fontes. Assim como no Caldeirão de uma Bruxa são somados elementos para completar a poção que é preparada, assim também são somadas várias informações de várias Tradições para criar um modo mágico de trabalhar. Essa “Tradição”, que na realidade não é uma Tradição, é flexível, mas, às vezes, carece de fundamento. Geralmente, são criados rituais e Covens de estrutura livre.
Tradição das Fadas ou Fairy Wicca: Há várias facções da Tradição das Fadas. Segundo os membros dessa Tradição, seus ritos e conhecimentos tiveram origem entre os antigos povos da Europa da Idade do Bronze, que ao migrarem para as colinas e altas montanhas devido às guerras e invasões, ficaram conhecidos como Sides, Pictos, Duendes ou Fadas.
Alguns dos nomes mais famosos dessa Tradição são Victor e Cora Anderson, Tom Delong (Gwydion Penderwyn), Starhawk, etc.
Tradição Gardneriana: Fundada por Geral Gardner na década de 1950 na Inglaterra. Essa tradição contribuiu muito para a Arte ser o que é hoje. A estrutura de muitos rituais e trabalhos mágicos em numerosas Tradições é originária do Trabalho de Gardner. Algumas das reivindicações históricas feitas pelo próprio Gardner e por algumas Bruxas Gardnerianas ainda têm de ser verificadas (e em alguns casos são fortemente contestadas); porém, essa Tradição apoiou muitas Bruxas modernas.
Gerald B. Gardner é considerado “o avô” de toda a Neo-Wicca. Foi iniciado em um Coven de Newforest, na Inglaterra, em 1939. em 1951, a última das leis inglesas contra a Bruxaria foi banida (primeiramente devido à pressão de Espiritualistas) e Gardner publicou o famoso livro Witchcraft Today, trazendo uma versão dos rituais e as Tradições do Coven pelo qual foi Iniciandos.
A Bíblia Completa das Bruxas (The Witches Bible), escrita por Janet e Stewart Farrar, como também muitos livros escritos por Doreen Valiente, têm base nessa Tradição e na Tradição Alexandrina em muitos aspectos.
Tradição Hecatina: Uma Tradição de Bruxos que buscam inspiração em Hécate e tentam reconstruir modernizar os rituais antigos da adoração a essa Deusa. Algumas vezes é chamada de Tradição Caledoniana ou Caledonii.
Bruxo Hereditário ou Tradição Familiar: Um bruxo que normalmente foi treinado por um ente familiar e/ou pode localizar sua história familiar em outro bruxo ou bruxos.
Os bruxos hereditários ou, como gosto de chamar, genéticos são pessoas que têm, ou supõem ter, uma ascendência Pagã (mãe, tia, avó são os alvos mais visados).
A maioria dos Hereditários não aceita a infiltração de pessoas não-pertencentes à sua dinastia, porém algumas Tradições Familiares “adotam” alguns membros, escolhidos “a dedo”, em seu segmento.
Bruxa de cozinha: Uma Bruxa prática, que é freqüentemente eclética, enfoca e centra sua magia e espiritualidade ao redor “do forno e do lar”.
Seax Wicca ou Wicca Saxônica: Fundada em 1973 pelo autor prolífico Raymond Buckland, que era, naquele momento, um Bruxo Gardneriano. Uma das primeiras tradições precursoras dos Bruxos Solitários e auto-iniciados. Esses dois aspectos fizeram dela um caminho popular.
Bruxo Solitário: Uma pessoa que pratica a Arte só (mas pode se juntar às festividades de Sabbat em um Coven ou com outros Bruxos Solitários ocasionalmente). Um bruxo solitário pode seguir quaisquer das Tradições, ou nenhuma delas. A maioria de bruxos ecléticos é Solitária.
Tradição Strega: Começou ao redor da Itália em 1353. a história controversa sobre essa Tradição pode ser encontrada em muitos locais e livros. Aradia... Gospell of the Witches (Aradia... A Doutrina das Bruxas) é uma obra desse tipo.
Tradição Teutônica ou Nórdica: Teutônicos são um grupo de pessoas que falam norueguês, fosso, islandês, sueco ou inglês e outros dialetos europeus que são considerados “idiomas germânico”. Um bruxo Teutônicos acha freqüentemente inspiração nos mitos tradicionais e lendas, Deuses e Deusas das áreas onde esses dialetos se originaram.
Tradição Algard: Uma americana iniciada nas Tradições Gardneriana e Alexandrina, chamada Mary Nesnick, fundou essa “nova” Tradição, que reúne ensinamentos de ambas as Tradições sob uma única insígnia.
Bruxaria Tradicional: Todo bruxo tradicional dará uma definição diferente para esse termo. Um bruxo tradicional é aquele que freqüentemente prefere o título de Bruxo ou Wiccano e define os dois como cominhos muito diferentes. Um bruxo tradicional fundamenta seu trabalho mágico em métodos históricos da Tradição, religiosidade e geografia de seu país.
Tradição Galesa de Gwyddonaid: Tradição Galesa Céltica da Wicca que adora o panteão galês de Deuses e Deusas. Gwyddonaid foi quem grosseiramente traduziu a ignóbil obra galesa. Árvore da Bruxa (Tree Witches) e propagou essa forma de trabalhar magicamente.
(Retirado do livro Wicca, A Tradição da Deusa de Claudiney Prieto)
Fonte: www.greenwicca.cjb.net
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Um resumo sobre o Pentagrama
Este post é para você que está se iniciando agora
na Arte e para você que apenas está pesquisando sobre o pentagrama por
curiosidade e acabou parando aqui no Wiccan Times! Não vou falar de forma
solene, com toda a pompa, vou falar de maneira informal mesmo como se
estivéssemos todos num parque, perto de um laguinho conversando enquanto vemos
a mãe natureza agir a nossa volta.
Bem, para começar, muito preconceito rodeia o formato da estrela circunscrita. Ele vem do período da inquisição, quando pegaram nossos símbolos e falaram para todos que eles eram do demônio, fazendo com que as pessoas temessem as bruxas e apoiassem sua caça, tortura e morte. O Deus da Wicca representa o lado selvagem, a floresta, os animais. Por isso, ele tem cascos e chifres. O chifre tornou-se símbolo do demônio naquela época. A deusa é simbolizada pelo pentagrama normal e o deus pelo pentagrama invertido (hoje, por causa da manipulação da época da caça as bruxas, o pentagrama invertido e a imagem do bode é usado pelos satânicos).
Mas, o
pentagrama nada mais é que a união dos elementos, juntos formando uma proteção.
Esses são os símbolos adotados inclusive pela
química e pela alquimia para designar os elementos. É muito fácil de aprender.
Já já explico como "decorar".
A quintessência, o quinto elemento, varia de
acordo com a cultura. Pode ser madeira, metal, éter ou o espírito, que é o
adotado pela Wicca.
As cores que os representam e, no caso dos
elementos principais, o ponto cardeal:
Ar - Amarelo - Leste
Terra - Verde - Norte
Fogo - Vermelho - Sul
Água - Azul - Oeste
Espírito - Branco ou roxo
Sobre os símbolos. Veja bem, cada elemento é
definido por duas características: ativo/passivo e feminino/masculino.
Fogo: ativo masculino
Ar: passivo masculino
Água: passivo feminino
Terra: ativo feminino
Eu recomendo que, antes de continuar a ler esse
post, você pegue um pedacinho de papel e uma caneta e tente juntar cada
elemento ao seu completo oposto.
Bem, completos opostos:
Fogo e Água
Terra e Ar
Ligados pela característica
"passivo/ativo":
Fogo e Terra: ativos
Ar e Água: passivos
Ligados pela característica
"feminino/masculino":
Fogo e Ar: masculinos
Terra e Água: femininos
No quê isso ajuda a aprender os símbolos?
Veja bem, o triângulo normal para cima e o
triângulo normal para baixo são figuras completamente opostas, assim como o
triângulo com linha pra cima e o triângulo com linha para baixo são completos
opostos também. Com isso você já sabe que se triângulo normal para cima é o
fogo, o para baixo é água.
Mas como saber inicialmente? Bem o triângulo
normal para cima lembra uma chama, não? A chama sobe, a água ou fica parada ou
cai, nunca sobe, então triângulo apontado para baixo. O triângulo com linha
apontado para cima... bem, olhe para o céu, que é o que mais remete ao ar. Ele
está em cima certo? Na direção da onde a ponta do triângulo está apontando.E
nós pisamos na terra, por isso ela está embaixo, para onde o triângulo com a
linha pra baixo está apontando.
Não sei se deu para entender, é um pouco confuso,
é assim que eu aprendi os símbolos, espero que dê para vocês entenderem, pois
se der vocês nunca mais esquecerão.
Blessed Be!
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Biblioteca Mágica
Guia Essencial da Bruxa Solitária - de Scott Cunningham
A Bruxaria Saindo das Sombras - Millennium
A Verdade Sobre a Bruxaria Moderna - de Scott Cunningham
Magia Natural - de Scott Cunningham
A Feitiçaria Moderna - de Gerina DunwichWicca Para Todos - de Claudiney Prieto
A Bruxaria Hoje - de Gerald Gardner (O famoso Witchcraft Today)
A Dança Cósmica das Feiticeiras - de Starhawk
A Bruxa Solitária - de Rae Beth
Livro das Sombras - de Scott Cunningham
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Leis
Scott Cunningham em seu livro Guia Essencial da Bruxa Solitária dá algumas dicas de como você utilizar bem seu poder evitando assim, ser punido por seu mal uso. Vamos a elas:
1. O Poder não deve ser usado para gerar danos, males ou para controlar os outros. (Se surgir necessidade para tais atos, o Poder deverá ser usado APENAS para proteger sua vida ou de outros);
2. O Poder só deve ser utilizado conforme as necessidades;
3. O Poder pode ser utilizado em seu benefício, desde que ao agir não prejudique ninguém;
4. Não é sábio aceitar dinheiro para utilizar o Poder, pois ele rapidamente controla o que o recebe. Não seja como os de outras religiões;
5. Não utilize o Poder por motivo de orgulho, pois isto desvaloriza os mistérios da Wicca e da magia;
6. Lembre-se sempre de que o Poder é um Dom sagrado da Deusa e do Deus, e não deve JAMAIS ser mal usado ou abusado;
1. O Poder não deve ser usado para gerar danos, males ou para controlar os outros. (Se surgir necessidade para tais atos, o Poder deverá ser usado APENAS para proteger sua vida ou de outros);
2. O Poder só deve ser utilizado conforme as necessidades;
3. O Poder pode ser utilizado em seu benefício, desde que ao agir não prejudique ninguém;
4. Não é sábio aceitar dinheiro para utilizar o Poder, pois ele rapidamente controla o que o recebe. Não seja como os de outras religiões;
5. Não utilize o Poder por motivo de orgulho, pois isto desvaloriza os mistérios da Wicca e da magia;
6. Lembre-se sempre de que o Poder é um Dom sagrado da Deusa e do Deus, e não deve JAMAIS ser mal usado ou abusado;
Porque uma Deusa e não só um Deus?
Se existe um Deus, não deveria existir também uma Deusa? Não é disso que trata a Criação – as energias masculinas e femininas juntando-se para criar vida nova? Sem a mulher não pode existir vida nova.
Se os seres humanos foram criados à semelhança do Criador, e existe apenas um Deus masculino, à imagem de quem foram criadas as mulheres? John Bradshaw diz que os filhos observam os pais, seu modelo de comportamento. Se você vive numa cultura em que há apenas um Deus masculino e nenhuma Deusa, onde está o modelo para o feminino? Como as meninas podem aprender a ser mulheres sem a Deusa?
Sim, houve e há uma Deusa. É as mulheres foram criadas à imagem dela.
É importante que as mulheres recuperem a Deusa – não apenas uma Deusa, mas todas elas. Quanto mais Deusas conhecermos, mais poderemos celebrar, honrar e respeitar a diversidade do espírito feminino. Se festejarmos, honrarmos e respeitarmos a diversidade das Deusas, então poderemos fazer o mesmo por nós.
Por que a Deusa? Porque somos mulheres, mulheres diferentes, que precisam ver o Feminino Divino refletido de volta para nós – de nós para nossas Deusas e delas para nós. Porque todas as mulheres são a Deusa, e está na hora de nos vermos dessa maneira.
Fonte: http://grutadabruxa.blogspot.com.br/2012/04/goddess.html
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Abrindo o Círculo
Existem várias maneiras de se traçar um Círculo, você pode usar uma das mais simples:
ABRINDO O CÍRCULO
1. Pegue a varinha Mágica ou o athame e vá até o Norte.
2. Visualize um raio, tipo um laser, saindo da ponta do seu objeto escolhido.
3. Dê uma volta, devagar, no sentido horário, até chegar novamente ao Norte.
4. Então diga:
- "Pelo poder da Deusa e do Deus, eu traço este Círculo Sagrado.
Deste espaço nenhum mal sairá, e nele nenhum mal poderá entrar"!
Depois de traçar o Círculo, você deve invocar os Guardiões dos quatro Quadrantes, acendendo uma vela...
AmarelaQuadrante: Leste;
Representa: Nascer do Sol;
Elemento: AR;
VermelhaQuadrante: Sul;
Representa: O Sol do meio-dia;
Elemento: FOGO;
Azul
Quadrante: Oeste;
Representa: O Crepúsculo;
Elemento: ÁGUA;
Marrom (Ou preta, ou verde)Quadrante: Norte;
Representa: A meia-noite;
Elemento: TERRA;
Agora se deve invocar a Deusa e o Deus, vá até o centro do Círculo e faça as invocações. Elas podem ser as seguintes:
- "Deusa graciosa, você é a Rainha dos Deuses; A Lâmpada da noite; A criadora de tudo que é selvagem e livre; Mãe das mulheres e dos homens; Amante do Deus e protetora de toda a Wicca; Descenda, eu suplico; Com seu raio de força lunar; Aqui, sobre o meu Círculo".
- "Deus brilhante, você é o Rei dos Deuses; Senhor do Sol; Mestre de tudo que é selvagem e livre; Pai das mulheres e dos homens; Amante da Deusa e protetor de toda a Wicca; Descenda, eu suplico; Com seu raio de força solar".
Começa então o ritual de abertura do Círculo, e cada participante agradece a Deusa por estarem presente e falam:
LESTE: Salve os Guardiões das Torres do Leste. Venham juntar-se a nós neste Círculo, Poderes do Ar, vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós o saudamos! Todos ficam em forma de um Pentagrama.
SUL: Salve os Guardiões das Torres do Sul. Venham juntar-se a nós neste Círculo, Poderes do Fogo, vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós o saudamos! Todos ficam em forma de um Pentagrama.
NORTE: Salve os Guardiões das Torres do Norte. Venham juntar-se a nós neste Círculo, Poderes do Terra, vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós o saudamos! Todos ficam em forma de um Pentagrama.
OESTE: Salve os Guardiões das Torres do Oeste. Venham juntar-se a nós neste Círculo, Poderes do Água, vinde! Vigiem este espaço sagrado. Nós o saudamos! Todos ficam em forma de um Pentagrama. A Alta Sacerdotisa, ou Sacerdote, desenha o Pentagrama de Invocação e o ritual começa.
FECHANDO O CÍRCULO
A Alta Sacerdotisa e o Sacerdote agradecem à Deusa e ao Deus por terem estado presentes, e aos Elementos. Casa pessoa volta ao seu lugar e diz:
LESTE: Salve os Guardiões das Torres do Leste. Poderes do Ar, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Leste, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.
SUL: Salve os Guardiões das Torres do Sul. Poderes do Fogo, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Sul, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.
NORTE: Salve os Guardiões das Torres do Norte. Poderes da Terra, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Norte, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.
OESTE: Salve os Guardiões das Torres do Oeste. Poderes do Água, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Oeste, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.
A Alta Sacerdotisa, desenha o Pentagrama de expulsão e mais uma vez agradece, e só então se fecha o Círculo com o athame de novo, dizendo três vezes:
"O CÍRCULO SE DESFAZ, MAS ELE NUNCA SE ROMPE"
Ainda em forma de Pentagrama, faça uma meditação e visualize, o Círculo em tons de azul, subindo em direção aos Deuses.
Que assim seja para o bem de todos!
LESTE: Salve os Guardiões das Torres do Leste. Poderes do Ar, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Leste, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.
SUL: Salve os Guardiões das Torres do Sul. Poderes do Fogo, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Sul, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.
NORTE: Salve os Guardiões das Torres do Norte. Poderes da Terra, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Norte, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.
OESTE: Salve os Guardiões das Torres do Oeste. Poderes do Água, nós agradecemos sua presença aqui, como guardiães no nosso Círculo. Vão em paz, oh! grandes Guardiões do Oeste, com nossas bênçãos e nosso agradecimento. Obrigado e voltem sempre! Todos ficam em forma de Pentagrama.
A Alta Sacerdotisa, desenha o Pentagrama de expulsão e mais uma vez agradece, e só então se fecha o Círculo com o athame de novo, dizendo três vezes:
"O CÍRCULO SE DESFAZ, MAS ELE NUNCA SE ROMPE"
Ainda em forma de Pentagrama, faça uma meditação e visualize, o Círculo em tons de azul, subindo em direção aos Deuses.
Que assim seja para o bem de todos!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Para que usar os elementos
Eles nos ajudam a conhecer uma pessoa, um momento da vida e até mesmo como organizar um trabalho Mágico.
Usamos a Terra para fins de prosperidade, materialização, fertilidade, multiplicação, etc.
O Ar para intelectualidade, concentração, imaginação, etc.
A Água para espiritualidade, vida sentimental, fecundidade, limpeza, etc.
O Fogo para aumentar a coragem, força de vontade, transmutação, etc.
Fonte: http://coven-tuatha-de-danan.blogspot.com.br/search?updated-max=2011-08-14T17:16:00-07:00&max-results=3&reverse-paginate=true
terça-feira, 24 de julho de 2012
Conceitos básicos
Nós acreditamos em um Ser Espiritual, masculino e feminino, chamado deDeusa Mãe e Deus Filho e consorte. Iguais em importância e atributos.
Eles são, a imagem um do outro e juntos criam tudo o que existe.
Através do amor Deles o mundo se sustenta e não há nada que não venha da união divina Deles.
Vemos nossa Deusa pela imagem da Lua, que se apresenta em diferentes faces, assim como toda mulher (Donzela, Mãe e Anciã).
Já nosso Deus pela imagem do Sol, que se apresenta também em faces, assim como todo homem (o Filho gerado, o Esposo consorte e companheiro Ancião).
Cremos em seres que regem cada elemento (terra, fogo, ar e água), conhecidos como “Elementais”, que em união aos seres divinos (5ª essência – espírito) se juntaram a fim de formar o que chamamos de “plano físico ou material”, onde o corpo humano vive; sendo este veículo evolutivo do espírito que aguarda o retorno ao seu plano original, a fonte divina.
Que a Natureza é o “Grande Mestre”, o corpo dos Deuses, por isso, devemos viver em harmonia com ela, e lutar para preservá-la.
Praticamos ritos sazonais de harmonização com as forças vitais (Solstícios e Equinócios), marcados pelas fases da Lua (nova, crescente, cheia e minguante) e pelas estações do ano (Primavera, Verão, Outono e Inverno), buscando entender o Universo e nosso lugar nele.
Que a magia existe. É algo natural e não sobrenatural; que está em tudo e é acessível a todos, podendo ser usado tanto para o bem quanto para o mal. Não realizamos magia para prejudicar ninguém ou que desrespeite o livre arbítrio de cada um.
Ao realizarmos nossos rituais, realizamos a purificação de nossos corpos, do local do ritual e dos instrumentos a serem utilizados, para eliminar qualquer energia indesejável. Em seguida, criamos círculos mágicos, para concentrar nossas energias e evitar interferências.
Não possuímos livros da salvação ou qualquer tipo de templo onde se dá a ligação Humanidade e Divindades.
Não elegemos pessoas para serem a salvação da massa; reconhecendo que cada Homem ou Mulher são Sacerdotes ou Sacerdotisas dos Deuses e reconhecemos aqueles que possuem conhecimento além dos nossos por ter estudado ou vivido experiências que os capacitaram.
Respeitamos todas as religiões positivas e libertárias e lutamos contra qualquer violação de nossos direitos. Além de repudiar o proselitismo usado por várias religiões que se dizem a única fonte de salvação ou conhecimento.
Não discriminamos pessoas em função de sua cor, raça, credo, opção sexual, ou outro motivo. Acreditamos que cada Ser Humano é uma fagulha divina conhecendo seus limites e buscando sua evolução, recebendo da fonte divina suas provações.
Valorizamos o espiritual, mas não ignoramos o mundo físico. Lutamos para melhorar nossas vidas na Terra e sermos felizes e saudáveis.
Não aceitamos o conceito de Mal Absoluto, Pecado Original, nem adoramos qualquer entidade conhecida como Satã ou Demônio, como definida pela tradição Cristã.
Não realizamos sacrifícios de animais ou de pessoas.
Respeitamos toda forma de vida (mineral, vegetal, animal, humana ou outra).
Defendemos a igualdade entre Homens e Mulheres. Sabemos se tratar seres de diferentes limites, mas com a mesma essência.
Tudo Sobre a Deusa Mãe
Cremos e louvamos a presença da Deusa Mãe que sempre acompanhou a humanidade desde seu princípio. Pois seu culto originou-se por volta de 10.000 anos. Vemos a face de nossa Deusa na Lua e em toda mulher da Terra. Por isso as honramos e reconhecemos sua parte na Sagralidade Divina.
Nossa Deusa que possui Mil nomes, por ser conhecida em vários lugares pelo globo terrestre, e erroneamente interpretada como várias Deusas:
Afrodite (Grécia), Diana (Itália), Isis (Egito Antigo), Danan (antigo povo Celta), Kwan Yin (Japão), Pele (Havaí), Yemanja (Brasil), Ishtar (antigo povo Babilônico), Vênus (antigo povo Romano), etc. Mas que em fatos reais é Única em essência.
Nossa Deusa, assim como a Lua é vista em 4 fases: Donzela, Mãe, Anciã e uma fase jamais mostrada com facilidade: Negra.
Celebramos nossos rituais todo mês em Lua Cheia (Esbás) enchendo nossas vidas com a antiga magia inspirada pelos ritos a Ela, vivenciando cada uma de suas fases e nomes através de estudos de seus mitos e revivendo sua egrégora eclipsada pela humanidade atual.
Reconhecemos o Planeta Terra como Seu Corpo, onde vivemos nossas experiências encarnados em plano físico, adotando um estilo de vida mais ecologicamente correto.
Ouçam as palavras da Grande Mãe, que, em tempos idos, era chamada de Ártemis, Astartéia, Dione, Melusiana, Afrodite, Ceridwen, Diana, Arionrhod, Brígida e por muitos outros nomes:
Quando necessitar de alguma coisa, uma vez no mês, e é melhor que seja quando a lua estiver cheia, deverá reunir-se em algum local secreto e adorar o meu espírito que é a rainha de todos os sábios. Você estará livre da escravidão e, como um sinal de sua liberdade, apresentar-se-á nu em seus ritos. Cante, festeje, dance, faça música e amor, todos em minha presença, pois meu é o êxtase do espírito e minha também é a alegria sobre a terra. Pois minha lei é a do amor para todos os seres. Meu é o segredo que abre a porta da juventude e minha é a taça do vinho da vida, que é o caldeirão de Ceridwen. que é o gral sagrado da imortalidade. Eu concedo a sabedoria do espírito eterno e, além da morte, dou a paz e a liberdade e o reencontro com aqueles que se foram antes. Nem tampouco exijo algum tipo de sacrifício, pois saiba, eu sou a mãe de todas as coisa e meu amor é derramado sobre a terra.
Atente para as palavras da Deusa estelar, o pó de cujos pés abrigam-se o sol, a lua, as estrelas, os anjos, e cujo corpo envolve o universo:
Eu que sou a beleza da terra verde e da lua branca entre as estrela e os mistérios da água, invoco seu espírito para que desperte e venha até a mim. Pois eu sou o espírito da natureza que dá vida ao universo. De mim todas as coisa vêm e pra mim todas devem retornar. Que a adoração a mim esteja no coração que rejubila, pois, saiba, todos os atos de amor e prazer são meus rituais. Que haja beleza e força, poder e compaixão, honra e humildade, júbilo e reverência, dentro de você. E você que busca conhecer-me, saiba que sua procura e ânsia serão em vão, a menos que você conheça os mistérios: pois se aquilo que busca não se encontrar dentro de você, nunca o achará fora de si. Saiba, pois, eu estou com você desde o início dos tempos, e eu sou aquela que é alcançada ao fim do desejo.
Fonte: http://coven-tuatha-de-danan.blogspot.com.br/2011_02_01_archive.html
A CARGA DA DEUSA
Ouçam as palavras da Grande Mãe, que, em tempos idos, era chamada de Ártemis, Astartéia, Dione, Melusiana, Afrodite, Ceridwen, Diana, Arionrhod, Brígida e por muitos outros nomes:
Quando necessitar de alguma coisa, uma vez no mês, e é melhor que seja quando a lua estiver cheia, deverá reunir-se em algum local secreto e adorar o meu espírito que é a rainha de todos os sábios. Você estará livre da escravidão e, como um sinal de sua liberdade, apresentar-se-á nu em seus ritos. Cante, festeje, dance, faça música e amor, todos em minha presença, pois meu é o êxtase do espírito e minha também é a alegria sobre a terra. Pois minha lei é a do amor para todos os seres. Meu é o segredo que abre a porta da juventude e minha é a taça do vinho da vida, que é o caldeirão de Ceridwen. que é o gral sagrado da imortalidade. Eu concedo a sabedoria do espírito eterno e, além da morte, dou a paz e a liberdade e o reencontro com aqueles que se foram antes. Nem tampouco exijo algum tipo de sacrifício, pois saiba, eu sou a mãe de todas as coisa e meu amor é derramado sobre a terra.
Atente para as palavras da Deusa estelar, o pó de cujos pés abrigam-se o sol, a lua, as estrelas, os anjos, e cujo corpo envolve o universo:
Eu que sou a beleza da terra verde e da lua branca entre as estrela e os mistérios da água, invoco seu espírito para que desperte e venha até a mim. Pois eu sou o espírito da natureza que dá vida ao universo. De mim todas as coisa vêm e pra mim todas devem retornar. Que a adoração a mim esteja no coração que rejubila, pois, saiba, todos os atos de amor e prazer são meus rituais. Que haja beleza e força, poder e compaixão, honra e humildade, júbilo e reverência, dentro de você. E você que busca conhecer-me, saiba que sua procura e ânsia serão em vão, a menos que você conheça os mistérios: pois se aquilo que busca não se encontrar dentro de você, nunca o achará fora de si. Saiba, pois, eu estou com você desde o início dos tempos, e eu sou aquela que é alcançada ao fim do desejo.
Fonte: http://coven-tuatha-de-danan.blogspot.com.br/2011_02_01_archive.html
Tudo sobre o Deus Cornífero
Cremos e louvamos a presença de nosso Deus em sua face Juvenil e Fértil. Acreditamos que nossa Deusa Mãe deu origem a este Serque a complementa sendo seu Filho da Promessa e seu Consorte Complementar. Não temos a visão de Deus Pai “todo poderoso”, mas sim, de um ser complementar a nossa Deusa, pelo qual ela aguarda durante toda “a roda (1)”.
Nosso Deus, também chamado de o Deus Cornífero é um Deus fálico de fertilidade. Geralmente é representado como um homem de barba com cascos e chifres de bode ou cervo. É freqüentemente chamado de “o Doador da Vida”, “Mestre da Morte e Ressurreição”, “Deus das Sementes”, “Deus da Fertilidade”. É o Deus da força e da alegria de viver, inerentes às pessoas que são otimistas e procuram sempre progredir, perdoando a si próprio e aos outros que os tenha prejudicado.
Vemos a personificação de nosso Deus através do Sol. É o Deus que morre e sempre renasce. Fazemos nossas celebrações baseadas justamente neste caminho que nosso Deus percorre ano a ano. E assim como nossa Deusa, pedimos por seu retorno nos dias deInverno, sofremos seu sacrifício no Outono, louvamos sua plenitude no Verão e acompanhamos seu crescimento na Primavera. Fazendo isso, sintonizamos nossos seres com a divindade original que nos colocou neste plano físico em busca de harmonia e saúde.
Nosso Deus também possui vários nomes, mas em essência é o mesmo.
Hermes (Grécia), Pan (Grécia), Lúcifer (Itália), Osíris (Antigo Egito), Lugh (Antigo povo Celta), Cernunnos (Antigo povo Celta), Shiva (Índia), Odin (Antigo povo Nórdico), etc.
Assim, o Deus representa três aspectos. Ele é o ‘cornífero’, o deus da floresta, representando a natureza indomável de tudo o que é livre. Nesse aspecto, assinala o estágio do homem como caçador-coletor. Em seguida, temo-lo como ‘o encapuzado’, o Senhor da Colheita, a imagem do Green Man. Aqui, ele reflete a natureza cultivada de tudo o que é padronizado. Nesse aspecto é identificado com o estágio de desenvolvimento agrícola da humanidade. Por fim, ele é ‘o antigo’, e simboliza a sabedoria cumulativa da experiência humana.
Acreditamos que ele zela por todos os seres vivos, principalmente os seres silvestres e selvagens, os quais, ele sempre esteve ligado, desde sua origem e adquiriu suas características.
(1) – termo usado para representar a passagem dos 12 meses do ano.CARGA DO DEUS
Escute as palavras do Deus Cornudo, o Guardião de todas as coisas selvagens e livres, e o Guardião dos portais da Morte cujo chamado todos devem responder.
Sou o fogo dentro do seu coração…O desejo de sua Alma. Sou o Caçador do Conhecimento e o Investigador da Indagação Sagrada. Eu, que estou na escuridão da luz. Sou Ela que você chama de Morte. Eu, o Consorte e Companheiro Dela que nós adoramos,chamo-te diante de mim. Atenda ao meu chamado amado,venha até mim e aprenda os segredos da morte e da paz. Sou o milho na colheita e a fruta nas árvores. Sou Ele que o conduz à casa. Açoite e chama, Lâmina e Sangue são meus e presenteio-te.Chame por mim na floresta selvagem e nos topos das montanhas e busque-me na Escuridão Luminosa. Eu, que tenho sido chamado de Pan,Herne,Osíris e Hades, falo para ti e procuro por ti. Venha, dance e cante;Venha vivo e sorria para observar. Esta é minha adoração.Vocês são minhas crianças e eu sou seu Pai. Em asas de noite rápidas sou eu que os ponho no colo da Mãe. Para renascer e retornar novamente.Você, que pensa me buscar; saiba que sou o vento indomado, a furiosa tempestade e a paixão em sua Alma .Busque-me com orgulho e humildade, mas busque-me melhor com carinho e força, pois este é o meu caminho e não amo o fraco e o temeroso. Ouça meu chamado em longas noites de inverno e juntos guardaremos a Terra Dela enquanto Ela dorme.
Sou o fogo dentro do seu coração…O desejo de sua Alma. Sou o Caçador do Conhecimento e o Investigador da Indagação Sagrada. Eu, que estou na escuridão da luz. Sou Ela que você chama de Morte. Eu, o Consorte e Companheiro Dela que nós adoramos,chamo-te diante de mim. Atenda ao meu chamado amado,venha até mim e aprenda os segredos da morte e da paz. Sou o milho na colheita e a fruta nas árvores. Sou Ele que o conduz à casa. Açoite e chama, Lâmina e Sangue são meus e presenteio-te.Chame por mim na floresta selvagem e nos topos das montanhas e busque-me na Escuridão Luminosa. Eu, que tenho sido chamado de Pan,Herne,Osíris e Hades, falo para ti e procuro por ti. Venha, dance e cante;Venha vivo e sorria para observar. Esta é minha adoração.Vocês são minhas crianças e eu sou seu Pai. Em asas de noite rápidas sou eu que os ponho no colo da Mãe. Para renascer e retornar novamente.Você, que pensa me buscar; saiba que sou o vento indomado, a furiosa tempestade e a paixão em sua Alma .Busque-me com orgulho e humildade, mas busque-me melhor com carinho e força, pois este é o meu caminho e não amo o fraco e o temeroso. Ouça meu chamado em longas noites de inverno e juntos guardaremos a Terra Dela enquanto Ela dorme.
NÃO É O DIABO CRISTÃO:
Com o crescimento do Cristianismo e com a intenção do Clero em deturpar a Bruxaria, a figura atribuída ao Deus Cornífero acabou por personificar o Diabo.
Com essa atitude, a igreja Cristã tentava demonstrar ao pagão que sua fé no paganismo era ruim, má.
Porém, o Diabo é a representação do Mal absoluto, enquanto do Deus Cornífero não é visto dessa forma.
O Cornífero é uma força da natureza, não completamente beneficente nem maleficente. No seu papel de pai, Ele dá a vida. Já em sua morfologia de Caçador, Ele a toma, na forma do sacrifício necessário para a continuidade da raça. Lúcifer, este tratava-se do irmão e consorte da Deusa Pagã Diana que carregava vários devotos no sul da Itália. Ele representava o Sol, seu nome significa “o portador da luz” devido a esta divindade.
A Criação
No princípio, o tudo era nada.
A única energia existente era nossa Deusa, que vagava solitária e adormecida, em Sua sabedoria infinita.
Sentindo uma calorosa luz em Sua face, Ela despertou, e ao abrir os olhos, encarou-se no espelho formado por Sua vontade única de auto-conhecimento. E Ela apaixonou-se pelo que descobriu.
No espelho, Nossa Senhora viu sua parcela masculina, existente mesmo antes do tempo ser tempo, a parcela que já existia dentro de si mesma. E Ela o amou!
O verdadeiro amor nasceu entre ambos e desse amor tudo foi criado.
Da junção de Seus corpos frenéticos explodiu o fogo, primeiro dos elementos formadores da existência, o fogo da paixão, que excita a força criadora adormecida na Deusa. E com o fogo, surgem a luz e o calor, atributos do Deus.
Assim como a Deusa e o Deus, feminino e masculino, a escuridão inicial e a luz explosiva, de Seus corpos excitados pelo fogo emanaram fluidos do quais nasceu seu contraponto – a água, pois na criação, tudo há de ter sua parcela contrária. E a água era o contrário do fogo: doadora de vida, fluida e fresca, atributos da Deusa. E por isso, a água da criação foi contida em Seu útero.
Como o fogo e a água eram incompatíveis, mesmo em sua forma mais etérea, do suspiro dos amantes, exalado no êxtase do descobrimento, nasceu o ar, elemento mediador entre os dois, ganhando do primeiro o calor e do segundo, a umidade.
Os corpos de nossos Criadores se estremeceram no ápice do amor e liberaram a energia material que, misturando-se aos três elementos iniciais, formou o elemento terra. Com a Terra, tudo o que era antes etéreo, impalpável, inodoro, incolor, tornou-se sólido, dotando tudo de peso e matéria.
Nosso Senhor e Nossa Senhora, assim unidos, tornaram-se o quinto elemento, o verdadeiro espírito.
Em meio ao êxtase universal, a Deusa descobriu uma parte de Seu corpo, ainda adormecida - Seu útero, que ao ser fertilizado pela energia criativa do Deus, gerou o Universo e a vida contida nele.
E no vasto Universo, nossos Senhores encontraram a Terra e nela depositaram uma fagulha de Sua divina inteligência, refletindo o eterno amor Deles. Desse amor surgiu a vida, presente nas pedras, nas plantas, animais e no ser humano.
A criação olhou para si mesma e notou a presença Deles em tudo, e os reverenciou, pois a beleza que está em tudo é o reflexo do amor entre nossos Criadores.
O Deus, ao notar cumprida Sua função fertilizadora, despediu-se da Deusa, e começou a caminhar para o submundo, a escuridão inicial, pois da mesma forma que para haver luz, deve haver escuridão, para ter vida, tem que existir a morte.
A criação começou a fenecer com Sua ausência e, sentindo o frio se aproximar, chorou e suplicou pelo Seu retorno.
A Deusa, sentindo a ausência de Sua luz, entristeceu-se, e desceu ao submundo, em busca de Seu amado.
Ao encontrá-lo, procurou compreender porque tudo o que Ela criou estava morrendo, e Ele ensinou-lhe o segredo da morte, que era o destino de tudo o que é vivo, e que somente Ele conhecia, e pediu para que Ela ficasse com Ele.
Mas Ela precisava voltar, para gerar a vida, e não podia ir sozinha, pois sem Ele era infértil. Mas Ele não conhecia o caminho de volta, pois somente a Deusa conhece os segredos da vida.
Então, Ela, que é o Cálice do Renascimento, O colocou em Seu útero e retornou.
Assim, o Deus se tornou a Criança da Promessa, que cresce no útero da Deusa, para renascer e reinar ao Seu lado, trazendo a luz para fertilizar a Deusa e gerar a vida novamente.
E assim foi, é e sempre será, no eterno retorno da vida.
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